1. Construa a rota em torno dos transportes, não de uma lista de desejos
Comece por verificar os voos diretos e ferries realmente disponíveis entre as ilhas que pretende visitar. Dois lugares que parecem próximos geograficamente podem exigir uma ligação através de uma terceira ilha. Os mapas de rotas mudam, por isso confirme os horários para o mês da sua viagem em vez de confiar num blogue antigo. Se um segmento consumir grande parte do dia, pergunte-se se a ilha adicional compensa o tempo de praia ou exploração perdido.
2. Use grupos de ilhas para simplificar a viagem
As rotas nas Pequenas Antilhas podem por vezes ser combinadas de forma eficiente, enquanto as Grandes Antilhas e o sul das Caraíbas têm os seus próprios padrões de voos. Os ferries são especialmente úteis em certos pares de ilhas e arquipélagos, mas não formam uma rede universal nas Caraíbas. Escolha duas ou três ilhas com ligações lógicas em vez de tentar colecionar países.
3. Conte com bilhetes separados e regras de bagagem diferentes
Os voos regionais podem ser reservados separadamente do bilhete de longo curso. Isso pode significar ausência de proteção se um atraso no voo de chegada fizer perder a ligação seguinte. Os limites de bagagem em aviões pequenos também podem ser mais rigorosos do que nos serviços transatlânticos. Deixe bastante tempo de ligação ou uma noite de margem e compare a tarifa total depois de adicionar bagagem, não apenas os preços base.
4. A imigração recomeça em cada jurisdição
Deslocar-se entre ilhas pode significar entrar num novo país ou território de cada vez. A validade do passaporte, vistos, exigências de bilhete de saída e duração permitida da estadia podem variar. Um visto ou autorização de residência para uma ilha não cobre automaticamente a seguinte. Consulte as regras oficiais de entrada de cada jurisdição usando o passaporte com que realmente viajará.
5. O tempo pode perturbar ligações marítimas e aéreas
A época dos furacões e o clima tropical merecem respeito, mas mesmo fora das grandes tempestades, ventos fortes e mar agitado podem alterar horários de ferries ou pequenos aviões. Deixe margem antes do voo internacional de regresso e evite uma ligação no mesmo dia a partir de uma ilha remota quando perdê-la seria dispendioso. O seguro de viagem deve cobrir os riscos relevantes para a sua rota, em vez de ser simplesmente a apólice mais barata.
6. Dê tempo suficiente a cada ilha
Mudar de ilha implica fazer malas, transferes, check-in, imigração e novo alojamento. Uma paragem de duas noites pode facilmente transformar-se num único dia útil. Para a maioria das viagens com menos de duas semanas, duas ilhas costumam resultar melhor do que quatro. Estadias mais longas permitem comparar culturas e paisagens diferentes sem transformar cada terceira manhã numa partida.
7. Escolha ilhas que criem contraste
Viajar entre ilhas é mais gratificante quando cada paragem oferece algo diferente: uma cidade histórica percorrível a pé depois de uma praia de resort, caminhadas depois de mergulho ou uma ilha mais tranquila depois de uma base com vida noturna mais intensa. Combinar experiências de resort quase idênticas acrescenta custo de transporte sem acrescentar muito à viagem. Use gastronomia, língua, paisagem e cultura local como critérios de rota, e não apenas fotografias de praias.
8. Termine perto da melhor ligação aérea para casa
Sempre que possível, termine numa ilha com ligações de longo curso fiáveis ou regresse a ela um dia antes da partida. Bilhetes internacionais open-jaw também podem reduzir regressos desnecessários se a rede aérea os permitir. Compare o itinerário completo antes de reservar hotéis individuais, porque a sequência de quartos mais barata é irrelevante se o transporte entre ilhas acabar por ser caro ou impossível.
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