1. Gante, Bélgica
Gante combina canais, arquitetura medieval, energia estudantil e uma cena gastronómica invulgarmente viva num centro fácil de explorar a pé. Parece mais uma cidade vivida do que uma cidade-museu, sobretudo à noite, quando os visitantes de um dia já partiram. O Aeroporto de Bruxelas e as ligações ferroviárias belgas tornam simples chegar sem alugar carro, e Bruges fica suficientemente perto para um passeio de um dia se quiser acrescentar outra cidade histórica.
2. Bolonha, Itália
Bolonha é ideal para quem organiza um fim de semana em torno da comida, em vez de colecionar monumentos. O centro com pórticos é compacto, a universidade mantém a cidade viva durante todo o ano e os comboios tornam prática a chegada a partir de aeroportos do norte de Itália. Pode passar dois dias entre mercados, igrejas, cafés e trattorias sem um itinerário rígido. Também funciona como base para viagens rápidas de comboio a Modena, Parma ou Ferrara.
3. Liubliana, Eslovénia
A capital eslovena é pequena o suficiente para ser compreendida rapidamente, mas suficientemente atraente para convidar a ficar. O centro pedonal acompanha o rio Ljubljanica, com cafés, pontes e um castelo na colina a criarem um ritmo relaxado de fim de semana. É indicada para quem quer uma pausa urbana com uma componente fácil de natureza, porque o Lago Bled e outras paisagens alpinas ficam suficientemente perto para uma excursão.
4. Porto, Portugal
O Porto é maior do que algumas cidades desta lista, mas continua a funcionar muito bem para uma estadia curta porque o centro histórico, a zona ribeirinha e Vila Nova de Gaia se concentram em torno do Douro. As colinas tornam a caminhada mais exigente do que o mapa sugere, por isso calçado confortável é importante. Gastronomia, vinho, arquitetura de azulejos e vistas do rio dão estrutura suficiente a um fim de semana sem exigir dezenas de reservas antecipadas.
5. Sevilha, Espanha
Sevilha é compacta o suficiente para um fim de semana prolongado e rica o bastante para não ficar sem coisas para fazer. A catedral, o Alcázar, as ruas de Santa Cruz e Triana encaixam naturalmente num itinerário a pé, enquanto a cultura de tapas faz das noites parte da descoberta da cidade. O calor de verão pode ser intenso, por isso primavera, outono e períodos amenos de inverno são normalmente mais fáceis para uma visita centrada na cidade.
6. Tallinn, Estónia
O centro histórico medieval de Tallinn é a principal atração, mas a cidade funciona melhor quando também sai das muralhas para zonas como Kalamaja e a frente marítima. A escala compacta é excelente para uma viagem de duas noites, sobretudo quando os voos diretos encaixam bem. Os invernos podem ter atmosfera mas são escuros e frios; as longas noites luminosas do fim da primavera e do verão facilitam continuar a visitar depois do jantar.
7. Salzburgo, Áustria
Salzburgo é cuidada, cénica e fácil de percorrer, com centro histórico, fortaleza, rio e montanhas comprimidos numa área pequena. Pode parecer muito cheia na época alta e durante grandes eventos, mas um fim de semana fora das datas mais movimentadas é bastante simples de gerir. As ligações ferroviárias a partir de Munique e Viena fazem dela uma boa opção para quem já viaja pela Europa Central.
8. Escolha a cidade com a viagem mais simples
Para uma escapadinha curta, o transporte importa quase tanto como o destino. Uma cidade bonita que exige dois voos e depois duas horas de autocarro pode ser uma pior escolha de fim de semana do que uma um pouco menos famosa com voo direto ou comboio rápido. Compare o tempo total porta a porta, a distância do aeroporto e a hora de chegada. O melhor destino de fim de semana é muitas vezes aquele que lhe dá mais tempo realmente utilizável no local.
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